12/08/2016

DIPIRONA

Ó dipirona!                                          
Que ousei omitir
Em risos de escárnio,
Amargo por não refletir.
As vidas que poupaste,
Amaste e ajudaste a sorrir...
Ciente da tua imensa cura,
Humildemente peço perdão.
Sou o teu novo guardião,
Nesta vida curta e dura.
Às boas almas te enviarei,
Dipirona sedosa e branca.
Que sejas a nossa manta
E nos cubras de pó branco,
Como uma nuvem sagrada
Que alivia as nossas dores
E perpetua os teus amores.
Nesta vida de quase nada,
Sou teu criado, minha santa!

mongiardimsaraiva

2 comentários:

  1. Que lindo poema! Realmente é preciso conhecer para defender.

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  2. Obrigado, Marly! A Dipirona é minha amiga... :-)

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